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4Sob o Código da Honra Dublado e Dual Áudio Torrent 1080p - Download

Sob o Código da Honra Download
Título Original: Ya No Quedan Junglas
Lançamento: 2025
Gêneros: Ação, Drama, Policial
Idiomas: Português / Espanhol
Qualidade: 1080p, WEB-DL
Tamanho: 2.22 GB
Formato: MKV
Duração: 89 Min
Clássificação: NR
Canais de Áudio: 5.1
Legendas: Português
Imdb: 4.9
Sob o Código da Honra
Download via Torrent
26 de Junho de 2026
Sinopse: Theo é um ex-soldado que leva uma vida triste e solitária. Seu único momento de alegria é o encontro semanal que tem com uma prostitua que ele paga para conversar. Mas após ela ser assassinada, Theo começa uma implacável busca por vingança.
Baixar Sob o Código da Honra Dublado e Dual Áudio Torrent Download
Qualidade de Vídeo:10 / Qualidade de Áudio: 10
::VERSÃO DUAL ÁUDIO::
SOB O CÓDIGO DA HONRA DOWNLOAD TORRENT DUAL ÁUDIO 5.1 MKV 1080P
Para baixar os arquivos recomendamos baixar o Qbit Torrent, um programa torrent leve e sem anúncios.
Para assistir os conteúdos recomendamos usar o VLC Player, programa que roda qualquer formato de arquivo de vídeo.
Elenco
Direção
Gabriel Beristain
Atores
Ron Perlman ... Theo
Megan Montaner ... Iborra
Hovik Keuchkerian ... Sub Inspector Puertas
Marco de la O ... Herodes
Unax Ugalde ... Pallarés
Natti Natasha ... Olga
Karra Elejalde ... Mazas
Damián Alcázar ... Chapas
Diego Anido ... Ledesma
Daniel Grao ... San Román
Lorena Bernal ... Lidia
Enrique Villén ... El Peji
Stef Roitman ... Tina
Itziar Ituño ... Turón
Rubén Ochandiano ... Tigre
Ana Hernández Sanchiz ... Amalia
Jon Arnedo ... Guardaespaldas San Román
Cristina Márquez Tabuenca ... Guardaespaldas Pallarés
Código de Honra 🔫 | FILME COMPLETO DUBLADO | 2016
7 animes de Ficção Científica que vão estrear em Janeiro 2026
O primeiro mês de 2026 chega carregado de animes que exploram os limites da ciência, da tecnologia e da própria humanidade. A ficção científica no anime sempre teve uma capacidade única de misturar conceitos complexos com narrativas emocionalmente ressonantes, e este mês não será exceção.
7All You Need Is Kill

O filme anime que estreia a 9 de janeiro é uma das apostas mais ambiciosas do mês.
Produzido pelo Studio 4°C (Mind Game, Tekkonkinkreet), adapta a aclamada light novel de Hiroshi Sakurazaka que já inspirou o filme live-action Edge of Tomorrow com Tom Cruise. A história acontece numa Terra futura sob ataque de invasores alienígenas chamados Mimics. Keiji Kiriya, um soldado recém-alistado, morre na sua primeira batalha mas descobre-se preso num loop temporal, acordando sempre no dia anterior ao combate. Através de repetidas mortes e aprendizagem com os seus erros, vai progressivamente tornando-se melhor soldado.
O filme promete recontar a história de um ponto de vista diferente tanto da novel quanto do filme de Hollywood, focando-se mais na perspetiva de Rita Vrataski, a soldado de elite conhecida como Full Metal Bitch. Para fãs de ficção científica com loops temporais e reflexões sobre guerra e humanidade, este é imperdível.
6The Darwin Incident

A estreia a 6 de janeiro pelo recém-criado estúdio BELLNOX FILMS traz uma das premissas mais perturbadoras do mês.
Charlie é um humanzé, híbrido de humano e chimpanzé criado após uma organização ecoterrorista ter resgatado uma chimpanzé grávida de um laboratório. Após quinze anos a ser criado como humano, Charlie entra finalmente numa escola normal, onde faz amizade com Lucy.
A história não facilita: entre extremistas que querem usá-lo para os seus fins, cientistas sem escrúpulos e uma sociedade que não sabe lidar com algo que desafia todas as categorias estabelecidas, Charlie torna-se o centro de um debate ético explosivo.
Com direção de Naokatsu Tsuda (JoJo’s Bizarre Adventure) e apoio de Katsuichi Nakayama (Evangelion: 3.0+1.0), a produção tem todas as ferramentas para criar algo verdadeiramente impactante. O mangá tem sido comparado a Parasyte e Monster pela forma como usa elementos fantásticos para dissecar questões profundamente humanas sobre identidade, preconceito e evolução.
5Trigun Stargaze

A fase final do novo Trigun chega a 10 de janeiro para concluir a reimaginação que o Studio Orange iniciou com Trigun Stampede em 2023.
Vash the Stampede continua a sua jornada pelo planeta desértico No Man’s Land, tentando manter os seus ideais pacifistas num mundo violento enquanto a recompensa de 60 biliões de dólares pela sua cabeça atrai constantemente problemas.
O Studio Orange já provou com Stampede que consegue criar CG de cortar a respiração enquanto mantém a essência emocional e filosófica que sempre definiu a franchise. Stargaze promete resolver os arcos pendentes e dar um desfecho digno a esta reimaginação. É essencialmente um western espacial que usa o cenário sci-fi para explorar temas de violência, redenção e o valor da vida humana. Para quem aprecia ficção científica mais filosófica e contemplativa, este é obrigatório.
4Labyrinth

O filme anime do estúdio Sanzigen (Arpeggio of Blue Steel) estreia a 1 de janeiro com uma premissa intrigante. Shiori Maezawa é uma estudante normal cujo smartphone avaria repentinamente, transportando-a para um mundo paralelo deserto em Yokohama. Ao verificar o telemóvel, encontra fotografias suas nas redes sociais que não se recorda de ter publicado. Para impedir que o seu outro eu faça algo terrível, precisa descobrir o que está a acontecer.
Com direção de Shōji Kawamori (Macross, Aquarion), conhecido por criar ficção científica conceptualmente ambiciosa, e design de personagens de Risa Ebata (Macross Frontier), o filme tem potencial para ser uma meditação interessante sobre identidade digital e realidades paralelas. É basicamente um thriller sci-fi sobre uma jovem a tentar impedir a sua versão alternativa de cometer um erro irreversível.
3Yoroi Shin Den Samurai Troopers

O estúdio Sunrise traz a 6 de janeiro uma nova série do universo Samurai Troopers.
A história acontece na atual Shinjuku e acompanha cinco rapazes que vestem armaduras tecnológicas chamadas Yoroi Gear para lutar contra o imperador demónio Arago. É essencialmente uma fusão de elementos de ficção científica com mitologia japonesa, onde tecnologia avançada se mistura com forças sobrenaturais.
Com direção de Yōichi Fujita (Gintama) e design de personagens que junta talentos de Love Live! e Mobile Suit Gundam, a série promete equilibrar ação com desenvolvimento de personagens. Para quem aprecia a estética de armaduras tecnológicas e histórias sobre equipas de heróis a defender a humanidade, este pode ser uma surpresa agradável.
2Dark Moon: The Blood Altar

A adaptação do webtoon da HYBE e dos ENHYPEN estreia a 9 de janeiro pelo estúdio Troyca (IDOLiSH7).
A história mistura fantasia urbana com elementos de ficção científica, acompanhando o confronto entre um grupo de vampiros, uma matilha de lobisomens e uma jovem misteriosa com um segredo. Embora vampiros e lobisomens sejam tradicionalmente associados a fantasia, a série parece ter uma abordagem mais científica à mitologia, explorando estas criaturas através de uma lente mais contemporânea.
É romance adolescente com uma pitada de sci-fi e muita tensão entre facções rivais. Para quem gosta de histórias onde elementos sobrenaturais são tratados de forma mais racional e integrados num mundo moderno, vale a pena dar uma oportunidade.
1Dead Account

O estúdio Synergy SP estreia a 10 de janeiro a adaptação do mangá de Shizumu Watanabe.
Num mundo onde os fantasmas também habitam a Internet, Sōji Enoshiro é um rapaz de 15 anos que faz streams sob o pseudónimo Aoringo. Transmite conteúdo deliberadamente provocador para ganhar dinheiro e pagar as contas médicas da irmã mais nova. Quando é atacado por um fantasma que reside no mundo online, fica espiritualmente desperto e é recrutado pela Miden Academy, uma escola especializada em treinar exorcistas que lidam com o mundo digital.
É uma fusão interessante de horror sobrenatural com ficção científica sobre a Internet, explorando a ideia de que o mundo digital se tornou tão real quanto o físico a ponto de poder ser habitado por espíritos. Para quem aprecia histórias que exploram o lado sombrio da tecnologia moderna, esta promete.
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10 animes dos anos 90 que todos os fãs deviam ver pelo menos uma vez
Há quem defenda que o anime só se tornou verdadeiramente ambicioso a partir dos anos 2000, mas basta olhar com atenção para a década anterior para perceber que essa ideia não faz justiça ao que já se fazia antes disso.
10Cowboy Bebop

Ambientada num futuro em que a humanidade se espalhou pelo sistema solar depois de a Terra se ter tornado praticamente inabitável, a série acompanha Spike Spiegel, Jet Black, Faye Valentine e Ed, um grupo de caçadores de recompensas a bordo da nave Bebop. Foi produzida pelo estúdio Sunrise sob a direção de Shinichiro Watanabe e estreou no Japão em 1998, tornando-se rapidamente uma referência incontornável do género, muito por combinar elementos de noir, jazz e western de uma forma que raramente se via em animação japonesa até então.
Grande parte do fascínio da série está naquilo que não é dito diretamente. Watanabe prefere comunicar através de silêncios, gestos pequenos e de uma banda sonora composta por Yoko Kanno, deixando que o peso emocional se acumule devagar ao longo dos 26 episódios até explodir na reta final. Não há grandes discursos nem explicações forçadas, o espectador vai percebendo, aos poucos, que cada membro da tripulação está a fugir de alguma coisa.
É essa construção paciente, aliada a uma estética irrepreensível e a um som que continua a ser citado como referência, que transforma um anime aparentemente centrado em ação e estilo numa reflexão sobre família encontrada, arrependimento e a dificuldade de seguir em frente. Não é por acaso que continua a aparecer, praticamente todos os anos, em qualquer lista séria de melhores animes de sempre.
9Berserk

A adaptação da obra de Kentaro Miura acompanha Guts, um mercenário marcado por um passado brutal, e a sua relação cada vez mais complexa com Griffith, um líder ambicioso. O que torna esta tragédia tão avassaladora é o facto de nunca ser apresentada como algo súbito ou imprevisível, tudo é construído ao longo de tempo suficiente para que as relações entre as personagens pareçam genuínas antes de começarem a desmoronar.
Miura não escreve Guts como alguém simplesmente arrastado pelo destino, e é essa autonomia que torna o seu percurso tão pesado de acompanhar. As suas escolhas têm consequências reais, a sua resistência tem peso narrativo, e até a necessidade de se afirmar fora da sombra de Griffith acaba por se tornar mais uma peça no encadeamento de acontecimentos, em vez de uma forma de escapar a eles.
No final, não há vilões nem heróis completamente limpos. A tragédia de Berserk não nasce de um único ato isolado, mas de tudo aquilo que foi sendo construído, camada a camada, até chegar a esse ponto de rutura, o que ajuda a explicar porque é que a obra continua a ser referida como um dos pontos altos de fantasia negra em qualquer meio, não só em animação.
8Trigun

Trigun começa como uma comédia exagerada e cheia de ação, apresentando Vash the Stampede como um pistoleiro atrapalhado que se mete constantemente em sarilhos sem grande explicação aparente. Por trás dessa fachada divertida, no entanto, esconde-se um homem a carregar uma culpa imensa e um cansaço emocional profundo, que a série, produzida pelo estúdio Madhouse, vai revelando aos poucos à medida que os episódios avançam.
O que distingue Trigun de outras histórias construídas à volta da não-violência é o facto de nunca tratar o pacifismo de Vash como um ideal fácil de manter. A personagem é obrigada a testemunhar crueldade, perda e sofrimento de forma constante, sem que isso a leve a desistir da sua crença na misericórdia, mesmo quando isso lhe custa caro.
É esse contraste entre humor solto e peso emocional genuíno que cria a atmosfera muito própria da série, e que continua a marcar quem a vê muito depois de terminar. No desfecho, Trigun deixa de parecer apenas uma aventura de ficção científica cheia de estilo e transforma-se numa história profundamente humana sobre perdão, moralidade e o custo emocional de continuar a acreditar em algo melhor.
7Revolutionary Girl Utena

Produzida pelo estúdio J.C. Staff, a série usa a estrutura familiar de um shojo tradicional, ambientado num colégio, para construir algo bem mais desconfortável do que aparenta à primeira vista. O cenário parece inicialmente inofensivo, mas rapidamente começa a assemelhar-se a um ciclo fechado, onde todas as personagens repetem papéis que não compreendem nem controlam totalmente, sem que a série precise de o explicar de forma direta.
É essa sensação de repetição, quase de deja vu constante, que dá à série um peso emocional muito particular. Nada se resolve exatamente da forma como o espectador esperaria, e o tom alterna entre romântico, dramático e surreal de uma maneira que parece sempre intencional, quase como se a narrativa estivesse constantemente a lembrar ao público que ali nada é tão simples ou inofensivo quanto as convenções do género fariam supor.
Mais do que uma simples crítica ao shojo enquanto género, Revolutionary Girl Utena convida o espectador a sentar-se com o desconforto e a ambiguidade, sem lhe oferecer respostas fáceis. É essa recusa em simplificar que faz da série uma referência tão citada por criadores posteriores, dentro e fora do Japão.
6Yu Yu Hakusho

Produzida pelo Studio Pierrot, a série acompanha Yusuke Urameshi, um adolescente sem grande rumo que se torna detetive espiritual depois de morrer a salvar uma criança de um atropelamento. O que distingue Yu Yu Hakusho de outros animes de ação da altura é que as lutas nunca são apenas sobre força bruta, cada desafio empurra Yusuke a amadurecer e a confrontar partes de si mesmo que preferia continuar a ignorar.
Esse crescimento é tratado como algo doloroso, lento e pouco linear, em vez de resultar simplesmente de uma sequência de poderes cada vez mais fortes desbloqueados a tempo do próximo combate. Kuwabara esconde inseguranças reais por trás da postura confiante, Hiei disfarça a solidão atrás de uma arrogância gelada, e ambos ganham profundidade muito além do que seria de esperar de personagens secundárias de um shonen de ação.
Mesmo o arco do Torneio das Trevas, talvez o mais lembrado pelas lutas espetaculares, funciona sobretudo porque o peso emocional colocado em cada confronto pesa mais do que a própria vitória. É essa combinação entre ação e vulnerabilidade que faz da série uma referência ainda hoje, sempre que se discute a evolução do shonen de luta.
5Slam Dunk

Por trás da comédia e da energia caótica que marcam os primeiros episódios, Slam Dunk conta uma história surpreendentemente sincera sobre crescimento pessoal e autoestima. Hanamichi Sakuragi começa como um delinquente sem grande direção na vida, mas o basquetebol torna-se gradualmente na primeira coisa que lhe dá orgulho e propósito, apesar de todas as suas inseguranças.
As suas falhas constantes e a teimosia com que insiste em continuar a jogar, mesmo depois de repetidos fracassos, tornam essa evolução particularmente honesta e fácil de acompanhar. Não há atalhos, cada progresso de Sakuragi surge de treino, frustração e da vontade de não desistir, o que dá à série uma credibilidade rara dentro do género desportivo.
O que mantém Slam Dunk relevante tantos anos depois é a forma como cada vitória e cada rivalidade parecem assentes em esforço genuíno e trabalho de equipa, em vez de recorrerem a espetáculo pouco realista. Mais do que um anime desportivo, a série acaba por captar a energia desajeitada da juventude e o processo lento de qualquer pessoa a ganhar confiança em si própria.
4Betterman

Produzida pelo Studio 7, divisão interna da Sunrise, e estreada em abril de 1999, Betterman abandona o heroísmo tradicional em favor de paranoia e horror biológico, entregando uma das histórias mais perturbadoras do mecha da década. Ao contrário de outros animes de robôs da altura, a série encara a humanidade como um estágio inacabado e instável, apoiando-se em body horror e num simbolismo fortemente influenciado pela psicologia de Carl Jung.
A ameaça central, um fenómeno misterioso chamado Algernon, transforma pessoas comuns em criaturas violentas sem qualquer aviso, o que dá à série um tom de constante incerteza. Em vez de batalhas triunfantes com robôs gigantes, o espectador fica sobretudo com uma sensação de mal-estar que persiste muito depois de terminar cada episódio.
Ainda assim, é precisamente essa vontade de explorar ideias difíceis, que a televisão mais convencional preferia evitar, que torna Betterman um contraponto interessante face aos robôs gigantes mais tradicionais da altura, e uma obra que continua a ser redescoberta por quem gosta de mecha fora do óbvio.
3Neon Genesis Evangelion

Produzida pelo estúdio Gainax, a série usa um apocalipse protagonizado por robôs gigantes para explorar temas como solidão, autoestima e o medo de criar ligações emocionais verdadeiras. Shinji Ikari está longe de ser um herói destemido, é um rapaz que duvida constantemente de si mesmo e tem dificuldade em acreditar que alguém possa gostar dele sem esperar algo em troca, o que dá à série uma vulnerabilidade pouco comum no género.
À medida que a história avança, os Evas deixam de parecer simples máquinas de combate e passam a refletir cada vez mais o estado emocional dos próprios pilotos. Em vez de se limitar a entregar ação, cada batalha acaba por expor mais uma camada de medo, isolamento ou desespero nas personagens envolvidas, transformando os combates em algo bem mais psicológico do que espetacular.
No desfecho, a série abandona praticamente a narrativa mais convencional para forçar as personagens a confrontar depressão, identidade e a necessidade dolorosa de conexão humana, sem qualquer filtro. É essa honestidade desconfortável que continua a gerar tanta discussão em torno de Evangelion, décadas depois da estreia.
2Sorcerous Stabber Orphen

Enquanto muitos animes de fantasia dos anos 90 se centravam em heróis grandiosos e profecias antigas, Sorcerous Stabber Orphen, produzida pela J.C. Staff, optou por uma abordagem bem mais terrena. A magia é tratada como algo político, perigoso e emocionalmente complicado, e o próprio mundo parece moldado por erros antigos que nunca foram verdadeiramente resolvidos nem esquecidos.
Em vez de recorrer a uma mitologia extensa para justificar cada acontecimento, a série prefere construir tensão através de relações desgastadas e de um passado que continua a pesar sobre as personagens. Orphen destaca-se precisamente por rejeitar o idealismo típico dos protagonistas de fantasia, com um cinismo que nasce da experiência e não de simples atitude.
Essa postura torna a relação com personagens como Azalie e Majic Lin distante mas emocionalmente credível, e até o humor da série assenta mais em frustração seca e choques de personalidade do que em comédia exagerada. O resultado é uma textura desgastada, quase melancólica, que continua a parecer diferente do resto do género mesmo décadas depois de ter estreado.
1Dragon Ball Z

Baseada na obra de Akira Toriyama e produzida pela Toei Animation, a série eleva o género de ação ao ligar a escalada constante de poder a temas de perseverança e crescimento pessoal. Goku transmite uma determinação contagiante que empurra todos à sua volta a evoluir, enquanto a jornada orgulhosa de Vegeta acrescenta uma camada extra de complexidade emocional a um elenco já de si memorável.
Os longos arcos de treino e os confrontos exaustivos, tantas vezes citados em tom de piada pela sua duração, não servem apenas para criar tensão narrativa. Espelham também os medos, as ambições e o crescimento interno das personagens, o que faz com que cada vitória pareça verdadeiramente merecida em vez de simplesmente anunciada.
O maior motivo para Dragon Ball Z se ter tornado num fenómeno cultural, no entanto, é o equilíbrio constante entre intensidade e momentos mais leves. A série passa com naturalidade de humor absurdo para perdas reais, sacrifícios genuínos e triunfos emocionalmente honestos, e é esse equilíbrio que continua a garantir novas gerações de fãs a cada ano que passa.



