Não recomendado para menores de 16 anos
Carietta White (Chloë Grace Moretz) sempre foi oprimida pela sua mãe, Margaret (Julianne Moore), uma fanática religiosa. Além dos maus tratos em casa, Carrie também sofre com o abuso dos colegas de escola, que nunca compreenderam sua aparência nem seu comportamento. Ridicularizada por todos, aos poucos ela descobre que possui estranhos poderes telecinéticos, que se manifestam com força total durante sua festa de formatura.
2,5
Regular
É muito difícil assistir à nova versão de Carrie – A Estranha sem ter em mente o ótimo filme original, dirigido por Brian De Palma. A desconfiança dos cinéfilos é compreensível, afinal, a diretora Kimberly Peirce basicamente oferece um produto novo a um consumidor que está muito satisfeito com o original. Como ninguém pedia por uma nova versão, a cineasta corre o risco de sofrer acusações típicas do cinema industrial: a de não ter criatividade, de apenas explorar uma história famosa, de se julgar capaz de rivalizar com um dos maiores clássicos de gênero etc. De certa maneira, todos os diretores que se arriscam a refilmar clássicos (como já havia acontecido com Gus Van Sant e Psicose) devem assumir esta responsabilidade: não se pode contar com a amnésia dos espectadores mais velhos, nem com o desconhecimento do filme original por parte dos jovens. É preciso levar em consideração o impa...
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